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Em 2024, escrevi um livro sobre inteligência artificial. Em 2026, reli e passei vergonha.
Metade falava de modelos que já não existem. Havia uma citação de Alan Turing que ele nunca disse. Uma frase atribuída a Joseph Weizenbaum que invertia o que ele defendia. E, na última página, a promessa de um capítulo prático que eu nunca escrevi.
Dezoito meses. Foi o tempo que meu livro levou para virar documento histórico.
Isso não foi o fracasso do livro. Foi a prova da tese dele - e a razão desta segunda edição, sete vezes maior, com catorze capítulos, que corrige cada um daqueles erros dentro do próprio texto, em vez de apagá-los.
O QUE ESTE LIVRO FAZ DE DIFERENTE
Ele não promete que a IA vai salvar ou destruir o mundo. As duas narrativas vendem bem e explicam mal.
Mostra o que os dados de 2026 realmente dizem: por que não há tsunami de desemprego, mas há erosão silenciosa nas vagas de entrada. Por que um agente com 95% de acerto por etapa entrega 36% de sucesso numa tarefa de vinte passos - e por que isso explica todo projeto de IA que encanta na demonstração e morre na produção. Por que "justiça algorítmica" é matematicamente impossível de garantir, e o que fazer com essa informação.
VOCÊ VAI ENTENDER
Como escolher e trocar de fornecedor de IA sem depender do vendedor
Onde a tecnologia já entrega valor real e onde ainda é promessa, setor por setor •
O que a LGPD e o artigo 20 já exigem da sua empresa hoje, antes de qualquer marco legal de IA
Por que cortar vagas júnior é a decisão que parece certa por cinco anos e cobra a conta em dez
Um método de estudo com plano de 90 dias, para quem tem trinta minutos por dia e não pretende virar programador
O CAPÍTULO QUE NINGUÉM MAIS PODERIA ESCREVER
Sou fundador da StarMind e desenvolvi a SophIA, plataforma que entrevista candidatos por voz, em tempo real, em português. Centenas de milhares de entrevistas concluídas.
Um capítulo inteiro abre essa operação por dentro: o que funcionou, o que quebrou, o que os candidatos escrevem quando ninguém está olhando - e a descoberta que eu não esperava, de que muita gente vive ali sua primeira experiência de inclusão no mundo da tecnologia.
Inclui o que quase nenhum livro de fundador traz: onde o sistema erra, o que eu recusei construir, e por que a métrica de que mais me orgulho tem um viés que ainda não resolvi.
PARA QUEM É
Para executivos que precisam decidir e estão cansados de apresentação de fornecedor. Para profissionais de qualquer área que suspeitam que o próprio trabalho vai mudar e não sabem por onde começar. Para conselheiros e gestores públicos que querem entender o que está em jogo - inclusive para o Brasil, que tem cartas melhores do que imagina.
Não exige conhecimento técnico. Exige disposição para mudar de ideia.
SOBRE O AUTOR
Augusto Salomon é engenheiro pelo Inatel, mestre em Administração de Negócios pela Ohio University, com General Management Program pela Harvard Business School. Passou mais de 25 anos no mercado de tecnologia, boa parte como C-level. É conselheiro de empresas, foi Conselheiro e Head de Inteligência Artificial em conselho regional de medicina, e é palestrante sobre IA aplicada a negócios.
Começou a estudar inteligência artificial do zero aos 47 anos. Estuda de duas a três horas por dia, todos os dias, há mais de três anos. Continua escrevendo código.
O LIVRO TRAZ
Catorze capítulos, cerca de 290 páginas. Testes ao final de cada capítulo e avaliação final de 30 questões, com gabarito comentado que explica por que cada alternativa errada está errada. Anexo com panorama datado de julho de 2026 e endereço para atualizações - a lição da primeira edição foi aprendida.
Inteligência artificial não é sobre tecnologia. É sobre transformação da sociedade.
E ainda é tempo de en
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