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A humanidade sempre acreditou ser o ponto mais alto da criação.
Mas e se isso fosse apenas orgulho de uma espécie inacabada?
Em A Última Decisão Humana, Francis Valadj conduz uma investigação filosófica, científica e civilizacional sobre uma hipótese extrema: e se a própria humanidade, por consenso global, decidisse abandonar a reprodução entregue ao acaso e gerar uma nova forma humana, biologicamente corrigida, cognitivamente ampliada, emocionalmente estável e educada desde o início na verdade?
Este não é um livro sobre máquinas dominando o homem.
Não é uma fantasia de laboratório, nem uma defesa de imposição genética, nem uma utopia ingênua.
É uma reflexão brutal sobre o limite da humanidade antiga.
Durante milênios, o ser humano chamou dor de professora, trauma de profundidade, deformação de natureza, sofrimento de destino e sobrevivência de virtude.
Mas, se um dia for possível impedir que novas crianças nasçam carregando doenças evitáveis, heranças emocionais destruídas, predisposições corrigíveis, ignorância formativa e ambientes quebrados, continuar gerando vidas pelo acaso ainda será liberdade ou negligência?
A obra imagina o surgimento do Pacto da Nova Humanidade: uma decisão universal, pública e consciente, na qual a espécie escolhe superar a si mesma não por ódio ao homem antigo, mas por amor ao ser futuro.
Com densidade filosófica, força narrativa e coragem moral, este livro atravessa genética, inteligência artificial, educação, arte, espiritualidade, política, sofrimento, liberdade e responsabilidade.
A pergunta central é simples e devastadora:
Quando o homem finalmente puder deixar de repetir a própria deformação, ele ainda terá o direito de chamá-la de humanidade?